o estrangeiro

Junho 18, 2012 § Deixe um comentário

Apetece-me ouvir esta música desde ontem. Se estivesse em França, abriria as janelas, para que se ouvisse bem longe…

Chama-se Le Métèque, o estrangeiro ou o imigrante. Descobri uma versão em que Georges Moustaki é acompanhado por músicos gregos. É perfeita para o dia de hoje, enquanto se lêem análises das eleições e se escutam previsões infalíveis, por apontarem em várias direcções.

Sou suspeita, porque gosto muito de Moustaki, mas há pessoas que são hinos à humanidade. Este senhor traz na pele e na sensibilidade todo o Mediterrâneo, do Egipto à França, passando pela Grécia, Itália e por Israel.

Se alguém quiser ler a letra, basta clicar aqui.

Independentemente de credos religiosos ou políticos, não há tempo para ingenuidades, não há tempo para ensaiar a vida. Nada nem ninguém nos é estranho.
Este é o tempo favorável: o único que temos para vigiar e cuidar a partir das opções corriqueiras de todos os dias, com este voto de confiança n’Ele que é a nossa paz e que connosco – das matérias diferentes de que somos feitos – cria em si um só homem novo (Carta de Paulo aos Efésios, cap. 2, 11-21).

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